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Resumos de Novelas

Como terminou Cordel Encantado: o final explicado

Logotipo oficial da novela Cordel Encantado
Arte: Divulgação/Globo

Depois de mais de cinco meses no ar, Cordel Encantado fechou sua história de conto de fadas nordestino com casamento, coroa devolvida e vilão punido. Jesuíno recusou o trono de Seráfia para viver como sertanejo ao lado de Açucena, enquanto o grande antagonista da trama, o coronel Timóteo, teve um fim trágico num incêndio que ele mesmo provocou.

O destino de Açucena e Jesuíno

O casal principal finalmente se casou em cerimônia realizada no palácio de Seráfia, com direito a votos, aliança e beijo diante de toda a corte. Antes disso, Jesuíno chegou a ser coroado rei, mas abriu mão da coroa e devolveu o título ao Rei Augusto, escolhendo voltar para o sertão de Brogodó com a esposa. Foi lá, na vida simples que os dois sempre quiseram, que Açucena e Jesuíno renovaram os votos de casamento e formaram família, já com dois filhos, bem longe dos salões europeus. O fechamento mais bonito da trama fica por conta de uma cena quase de cordel dentro do próprio cordel: numa festa no sertão, o casal escuta um folheto sendo declamado e se surpreende ao perceber que os nomes dos personagens da história contada são exatamente os mesmos que os deles.

A queda do vilão Timóteo

O grande obstáculo do romance dos protagonistas ao longo de toda a novela foi o coronel Timóteo, e o roteiro reservou a ele um fim à altura de sua loucura. Já sem saída, ele sequestrou Açucena e se trancou com ela numa igreja de Vila da Cruz, ateando fogo ao local com a intenção de matar os dois. Jesuíno conseguiu chegar a tempo e resgatar a amada, mas Timóteo não teve a mesma sorte: ficou preso nas chamas e acabou soterrado quando o telhado da igreja desabou sobre ele. Foi essa cena de tirar o fôlego que abriu caminho para o casamento no palácio e para o desfecho feliz de Açucena e Jesuíno logo em seguida.

Casais e final do reino encantado

Fora do casal central, a novela também cuidou de fechar boa parte de seus romances paralelos com final feliz. Felipe se elegeu prefeito de Brogodó e Doralice assumiu o posto de delegada da cidade, de forma que os dois passaram a dividir a vida pública e a criação do filho do casal. Herculano, por sua vez, voltou para os braços de Benvinda e deixou de vez a antiga paixão por Úrsula. Batoré, depois de cumprir pena, saiu da prisão e pediu a Rainha Helena em casamento. Já entre os coadjuvantes do sertão, Cícero abandonou o cangaço para se casar com Rosa, enquanto Farid e Bartira comemoraram inaugurando um salão de beleza em Brogodó. São pequenos finais felizes que reforçam o tom de fábula nordestina que a trama manteve do primeiro ao último capítulo.

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