Os episódios finais de Jogada de Risco já estão no ar no Globoplay desde quinta-feira (10/08), e um dos momentos mais tensos da reta final envolve Valdemar, vivido por Marcos Frota: sequestrado e baleado por Walter (Ricardo Teodoro), o golpista só escapa da morte graças ao socorro do filho, Maurício (Cauã Reymond). Só que, segundo o diretor artístico Bruno Safadi, esse desfecho quase foi bem diferente.
Um final que mudou de rumo
Em coletiva de imprensa, Bruno Safadi contou que Valdemar não estava destinado a sobreviver nas primeiras versões do roteiro. A decisão de poupar o personagem só veio depois que Marcos Frota, segundo o diretor, “conquistou a equipe” ao longo das gravações.
“Era um personagem que teria um fim diferente do que tem na série, mas a gente ficou tão apaixonado pelo trabalho e pela entrega dele, que mudou a uma semana de começar a filmar o fim desse personagem, porque a gente não pode abrir mão do Marcos”, contou Safadi.
O reencontro com um veterano da Globo
A mudança de rota também tem a ver com a trajetória de Marcos Frota, que retornou à emissora depois de dez anos longe das novelas e séries. Para o diretor, o ator carrega um peso simbólico: “O Marcos faz parte do nosso imaginário. Eu cresci vendo o Marcos na televisão, no circo, nas artes”, disse, destacando ainda a forma como o próprio Frota compartilhou histórias de bastidor com a equipe durante o processo.
O que esperar
Com Valdemar vivo — mesmo depois de baleado — a trama ainda tem corda para puxar novos conflitos entre ele, Walter e o filho Maurício até o fim da temporada. Vale acompanhar como a série resolve esse triângulo nos capítulos que fecham a história.
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